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José Manuel dos Santos

47 anos, designer

Sempre desenhei, e sempre achei que desenhava relativamente bem, sem falsa modéstia.

Quando fui desenhar com a Bodil, pretendia escapar ao desenho rápido e mecânico que sempre fiz por força das circunstancias, pelo hábito. Precisava de desenhar outras coisas, de outra forma, precisava de explorar outras fronteiras.

O que encontrei foi claramente muito mais do que poderia esperar e, mudou literalmente a minha vida. Sim, pelo desenho, mudei a perspectiva de olhar, de observar, de viver a vida. Pelo desenho ensinado pela Bodil, por ela, pelo seu método, pelo grupo, pela viagem.

Mudei entretanto de vida, já não desenho por obrigação, quando desenho paro para pensar, para observar, para desenhar. Mesmo nos rabiscos mais inofensivos se nota a mudança, eu noto a mudança. Recomendo, arrisquem, deixem-se de preconceitos, esqueçam tudo o que alguma vez acharam que sabiam sobre desenhar.

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